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Cuiabá MT, Quinta-feira, 18 de Abril de 2019
ARTIGOS
Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2019, 16h:50

LEITOR

Eduardo Mahon conversa com Larissa Freire Spinelli

Estou acompanhando há muitas semanas as entrevistas do Mahon. Quero parabenizar o Diário de Cuiabá por publicar 'vida inteligente' no jornal de Mato Grosso. Essa entrevista da Larissa Silva Freire e uma outra, de um professor português, são para colecionadores. Parabéns! CARLOS ALBERTO SCHEFFER, Professor, Cuiabá/MT cada@terra.com.br Calamidade financeira A redução do Estado, federal, estadual, municipal, em 50%, já era previsto. A carga tributaria é considerada extorsão, cerca de 50% daquilo que o trabalhdor ganha, vai para os governos. Alguém diria "eu não pago imposto". LEDO ENGANO. Tudo que você consome tem embutido no preço 50% de imposto. Se você comprou um produto e pagou 10 reais, cinco reais foi de imposto embutido. Cada governo contrata um bando de apaniguados que ficarão para sempre, que serão somados aos novos que virão. Haja trabalhador para pagar imposto para cobrir esse orçamento. Por isso a previdência cresce cada vez mais. Parece que estamos chegando ao limite. Alguns governos dizem, o povo não paga, quem paga é o empresário, produtor. Ora, se no preço está embutido o imposto que o produtor pagou, o trabalhador pagou o imposto, é claro. Não tem formula magica. Governo não produz dinheiro, arrecada. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT ochove@terra.com.br Adesão ao Simples Nacional vai até o fim de janeiro Já escrevi vários artigos jornalísticos e dezenas de comentários neste espaço, a respeito do Simples Nacional, desde quando como Super Simples, inclusive com cópia de uma carta que enviara ao "gênio" tributarista, deputado Hauly, alertando sobre o que viria a ser um desastre tributário às receitas dos estados, provando, com números, o descalabro resultante. Claro que, sequer, recebi resposta, mesmo porque, "quem sou eu" frente àquele "gênio". O Simples Nacional, desde quando Super Simples é, realmente, deveras importante às MEs e EPPs no tocante à simplificação para o cumprimento das muitas exigências tributárias que lhes recaem. Ocorre, porém, que o enquadramento dessas empresas nesse sistema é determinado pelos valores de suas receitas anuais, o que seria natural. Entretanto, a falha - que não terá sido ocasional - é que as "Receitas" são aquelas que os órgãos tributantes têm a partir de informações fiscais prestadas pelas empresas, mensal e/ou anual, determinadas por esses órgãos, sem atentar que todos esses dados são uma mera ficção fisco/contábil habilmente manipuladas pelos contadores responsáveis, os quais, por sua vez, ou "satisfazem" o cliente ou acabam por perde-lo. Isto não é uma acusação irresponsável, mas de quem conviveu mais de 3 décadas com escritório contábil e assessoria e conhece, muito bem, com raras exceções, o comportamento dessas "coitadinhas" das MEs e EPPs. O que sugerira ao deputado Hauly, na carta que citei, foi que incluísse, por ocasião da opção da empresa, a necessidade de se proceder um cadastro do porte e localização da empresa, bem como do "modus vivendi" de seu proprietário e/ou sócios. Querem um exemplo? Em grande parte dessas "coitadinhas" de MEs, busquem conhecer, seus proprietários tem, seguramente, um carro, mesmo que humilde, mas calculem o possível lucro sobre a receita declarada e verão que não lhes dariam condições de comprar, sequer, uma bicicleta. Com as EPPs, certamente, seus proprietários e/ou sócios tem carros seminovos e um "modus vivendi", incompatíveis com suas receitas declaradas quando do enquadramento. Este comentário não é vazio, tenho documentação a respeito em pesquisas - inclusive "in loco" - nos anos de 1983 e 1996, no intuito de "reduzir" o ICMS, mesmo antes do "S", sem perdas de receitas, cujo trabalho foi boicotado pelos outros "gênios" ligados à Sefaz, cujas razões prefiro não comentar neste espaço. Ah! O que muito me aborrece é perceber, do tamanho da indiferença que os órgãos tributantes - para ficar só no estadual - dão aos artigos e/ou comentários que faço, levando-me a concluir que é incompetência ou mágoa dos envolvidos com esse órgãos e/ou, mesmo, curta inteligência para percepção e o que não falar da "Secretaria de Comunicação": não leem jornais ou não entendem o que leem? JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, Economista – Tributólogo, Cuiabá/MT jgaldinomedeiros@hotmail.com Servidores públicos invadem plenário da AL A bem da verdade, o governador Mauro Mendes, está absolutamente correto ao apresentar projeto com medidas que visem, se não acabar, ao menos diminuir o déficit que só aumenta e que levou o nosso Estado a essa vergonhosa situação. Quanto a eficácia das medidas, é lógico que é prematuro mensurar, agora o que não pode, é deixar as coisas como estão, algo tem de ser feito e esta sendo feito, assim, seria importante que os "lideres sindicais", (muitos deles profissionais), tivessem bom senso e se prontificassem a negociação, afinal com o Estado melhor estruturado financeiramente os servidores serão os mais beneficiados, radicalizar neste momento é tiro no pé, só interessa aos oportunistas, que usam a situação com finalidades claramente eleitorais, cito como exemplo o deputado estadual Wilson Santos, que como camaleão, mudou radicalmente seu modo de pensar a respeito do assunto, basta ver a sua posição durante a administração passada. Ora atitude como essa deve ser rebatida veementemente, sob pena de sermos confundidos como deficientes mentais, tamanha a cara de pau desse Senhor. Pior que isso, assistir Eder Moraes dando aulas de administração pública e modelo anticorrupção é algo inimaginável, esse "cara" é ladrão, foi condenado a mais de cem anos de prisão. O que ele está fazendo ai? Ora, cadê o judiciário? Portanto como se não bastasse a minha convicção quanto a necessidade de tais medidas. Quando olho e vejo que figuras como Éder Moraes e Wilson Santos se declaram contrários, me sinto não só convicto, mas também na obrigação de apoiar esse projeto, pois essas figuras não são merecedoras de crédito, principalmente por serem parte do elenco que protagonizou tal caos! São componentes do câncer que corroeu a estrutura politica e financeira do nosso Mato Grosso, puro, autêntico verdadeiro e forte, muito forte... LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, Marceneiro, Cuiabá/MT leandropintofilho@hotmail.com

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