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Cuiabá MT, Quinta-feira, 21 de Novembro de 2019
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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2018, 18h:41

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Novo projeto poderá aumentar o combustível em 20 centavos

O que Mato Grosso mais precisa é de mais impostos. Parabéns, genial! Como não pensaram nisso antes? Na administração pública é assim: utiliza-se mal os recursos, e quando falta... é só esfolar ainda mais a população. LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, Agente de Investimentos, Cuiabá/MT luiz.alves.correa@gmail.com Eder recebe nova condenação: 24 anos Essa raça infame desse Éder Moraes, são a pior espécie humana é o próprio verme que só serve pra fazer peso na terra. Num serve pra nada para uma sociedade, uma vergonha para o Estado de Mato Grosso. Ele na época que auxiliava outras raças infame, ele pensava estar acima do bem e do mau. Já deveria está vendo o sol nascer quadra no xilindró. VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, Servidor Público Municipal, Cuiabá/MT nascimento.lemes@hotmail.com Desigualdade e evasão escolar Acabamos de ler mais uma constatação dos resultados dos governos da esquerda no nosso pais. O nosso povo conseguiu interromper a escalada de medidas bolivarianas. Agora surgem os resultados nefastos. a motivação do ensino, da necessidade da educação é uma missão que passa pela necessidade do jovem aprender para progredir. Campanhas motivacionais mostrando que o futuro não está ligado ao crime, mas ao trabalho especializado, possível de ser alcançado. Campanha que os pais das crianças se sintam responsáveis pela evolução de seus filhos. É um caminho demorado e difícil mas necessário e possível. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT ochove@terra.com.br Lei regulamenta normas para publicidade em Cuiabá Por falar em propaganda, é bom lembrar que o orçamento anual aprovado pelos "zelosos" Vereadores da capital, a verba que será utilizada pelo pela Prefeitura para publicidade é de mais de quinze milhões de reais , já o orçamento destinado para habitação é quarenta por cento menor, pouco mais de seis milhões, se perguntada a população com certeza diria que a secretaria de habitação é infinitamente mais necessária que a de "propaganda", portanto o orçamento deveria ser proporcional à importância das mesmas, no entanto, nossos Edis não detectaram essa, digamos assim, "pequena distorção". Isso por que os veículos de comunicação tem poder de influencia, já, nós , o povo, que os escolhemos e pagamos seus fartos salários, não temos e se temos não usamos e não os cobramos, assim sendo, continuaremos calados consentindo essa inversão de prioridades , onde o supérfluo recebe mais atenção que o essencial e nesse mundo de faz de conta a população se deixa levar pelo "pão e circo" ou na maioria das vezes, como no "revellion da orla", apenas pelo circo e mais uma vez me vem a mente o pensamento do saudoso amigo Joãocuizarruim, que era meio surdo do olho esquerdo, "Se não ficar esperto o molho sai mais caro que o peixe", como sai! LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, marceneiro, Cuiabá/MT leandropintofilho@hotmail.com Sacralização do profano Daqui a pouco voltaremos aos tempos das cruzadas e da santa inquisição, quando o catolicismo, invocando jesus, matava e queimava inocentes para tomar seus haveres. MANOEL CUNHA FILHO, Agropecuarista, Cuiabá/MT Manoelcunhafilho@hotmail.com Faculdades particulares tem o dobro de alunos Vale lembrar que esses alunos das instituições particulares, além de pagar, diretamente, suas próprias mensalidades, ajudam a pagar, indiretamente, através dos impostos, as mensalidades dos alunos das instituições públicas. O que eu gostaria de saber é quando um aluno da pública custa por mês ao governo (nós), chute que deve ser no mínimo o dobrou ou triplo da particular. Está na hora de abrir essa caixa. GILBERTO ROSSETO, Comerciante, Cuiabá/MT gilroseto@yahoo.com.br Governo desapropria mirante em Chapada Acredito que considerando os critérios conveniência, oportunidade e justiça. A decisão de declaração de utilidade pública para fins de futura desapropriação não é a melhor solução para o caso em tela. Conforme, noticiado existem dois motivadores para a decisão administrativa: - Um diz respeito a segurança de particulares, isso porque, mesmo diante de tapumes indicando a interdição do local, pessoas irresponsáveis invadem a propriedade particular para visitar a local; - Outro diz respeito a preservação de local, de valor paisagístico; Bom vejamos a atual situação do local (na forma noticiada): A área está interditada pro força de ordem judicial, exarada compra particular em ação civil pública. Desta forma, é do particular a responsabilidade pela manutenção do local e, ainda, pela interdição do local e, danos que terceiros possa sofrer, quando ingressarem na área interditada; Com a declaração de utilidade pública para fins de desapropriação, o Estado ingressa como co-responsável com o particular e, ao final, com a desapropriação, assume a integralidade da responsabilidade. Agora, é mesmo oportuno e conveniente ao Estado ingressar nesta relação obrigacional. Doutro lado, com a declaração de utilidade pública, o bem, que em virtude da ACP já se encontra desvalorizado no mercado, perde completamente seu valor comercial. De forma, que deixa de ser interessante a qualquer investidor no potencial turístico da área. Neste, ponto, a matéria deixa aventa uma possibilidade, qual seja, de que o Estado desaproprie o imóvel (com a justa indenização), invista restauração e infraestrutura no local e, depois, repasse o imóvel a exploração pelo particular, ou seja, o custo de investimento o Estado (sociedade) assume, o lucro com a exploração o particular recebe. Assim, é fácil. Coisas da República Tupiniquim. CÉSAR AUGUSTO DA SILVA SERRANO, Advogado, Cuiabá/MT cesaraugusto@serrano.adv.br

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