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Cuiabá MT, Terça-feira, 20 de Agosto de 2019
ARTIGOS
Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2019, 17h:52

LEITOR

Silval está quase livre

A notícia fala por si mesma: depois de autorizar sua mudança para Matupá (Norte de MT), onde tem base eleitoral e parte dos negócios, o TJ manda retirar a tornozeleira do ex-governador Silval Barbosa. Agora, ele fica livre, leve e mais solto ainda. Dupla Réu confesso no roubo de R$ 1 bilhão dos cofres de Mato Grosso, SB se junta ao seu ex-secretário de Fazenda, Eder Moraes, que, embora condenado a mais de 100 anos de prisão, está livre e bem ativo nas redes sociais. Viva o Brasil, paraíso dos corruptos, com o aval da Justiça, que só não alcança os pobres, com tanta generosidade. AUREMÁCIO CARVALHO, advogado, Cuiabá/MT auremacio.carvalho@hotmail.com A Maçonaria, os homens e o poder Uma verdadeira obra de arte o artigo do nosso amado irmão Antônio Padilha de Carvalho. Buscamos as Virtudes, abominamos os vícios. M.F. ARRUDA, empresário, Cuiabá/MT No cerrado, 1.140 espécies de plantas ameaçadas Infelizmente, é uma triste realidade. Hoje, quem com 10 anos de idade em Cuiabá, conhece frutas como por exemplo: manga rosa, coroa de frade, jatobá, fruta de veado, tamarino, bocaiuva, mangaba, marmelada, jambo, cajá amarelo, siputa, arichicum, pitomba e outras que não me recordo. O secretário Stopa, vem fazendo um ótimo trabalho nesta secretaria. Como sugestão, deveria produzir mudas destas espécies e fazer uma grande divulgação no dia da entrega aos moradores. Nossa geração pode até não colher e deliciar com seus frutos, mas, com certeza nossos filhos e netos sim. Cuiabá 300 anos, 30.000 mudas nativas plantadas em casas, condomínios praças e orla. MARIO MARCIO DA COSTA E SILVA, eng. civil, Cuiabá/MT mariomarcio1959@bol.com.br Estudo aponta retorno com incentivos Fico curioso, pensando, porque será quando alguém é "desconhecido", no ambiente dos famosos e competentes em suas atividades/ações, é classificado de "João Ninguém"? Por que não Jandir, Pedro, Manoel, José...?! Enquanto não me explicam/convencem, vamos ao comentário. O programa Prodeic, de Mato Grosso, foi instituído a partir de 2004 e está sendo "elogiado" pela Fiemt, na pessoa de seu presidente. Considerando não haver maiores detalhes quanto às metodologias aplicadas - pelo menos a um "leigo" como eu -, dali aproveito o que já pensava há mais de 30 anos: "o incentivo fiscal sequer deveria ser classificado como "renúncia", pois só se renuncia a algo que já se possui". Exatamente! O que merece credibilidade, por coerência, que novas empresas passam a depender de novos empregados que, por sua vez, passam a ter um rendimento que são revertidos, predominantemente, ao consumo, gerando, por consequência, aumento de receitas pela tributação, com as "benesses" para qual são criados os tributos, onde incluem-se o consumo desses produtos isentados e, naturalmente, contribuindo para melhorar os índices de IDH. Quando me referi a "detalhes", foi no buscar entender/saber de onde vieram os números: incentivo de R$ 1,4 bilhão e o retorno de R$ 1,7 bilhão. Retorno para quem? Sob que forma? O incentivo é "isenção e/ou redução" de tributos, no caso, ICMS e, considerando que quem paga esse - e todos os demais - tributos é o consumidor, então, esses produtos "isentados", passaram a ter um preço de venda menor e, em tendo, seria uma concorrência desleal aos de mesma atividade e, em não, passa a ser um "lucro extra" exorbitante aos "incentivados", posto que 17,00% de ICMS, por dentro, passa a ser de 20,48 (192)%, ou seja, o consumidor paga para o empresário montar/estruturar sua empresa, ou não é assim? Além do mais, toda vez que leio/ouço na mídia, presidentes de associações de classes empresariais "falando bem" de ações governamentais na área tributária, podem apostar, estão levando vantagem e, notem, estou falando de ações a descoberto, mas, como sabemos, temos muitos empresários de diversos segmentos sendo processados judicialmente por terem usados de "jeitinho" para obter tais benefícios ou semelhantes. Ah, claro que não vou ter respostas, afinal chamo-me João. JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, Economista – Tributólogo, São Paulo/SP jgaldinomedeiros@hotmail.com Joaquim Murtinho Joaquim Murtinho, bem retratado pelo articulista, restaurou as finanças do Brasil num período conturbado. É uma das glórias de Mato Grosso e do Brasil, hoje tão carente de figuras como ele. MANOEL SATURNINO CUNHA FILHO, produtor rural – historiador, Cuiabá/MT manoelcunhafilho@hotmail.com PSDB busca novo rumo no Estado Vai ser difícil achar um novo rumo. A tucanada foi dizimada em Mato Grosso. Só faltam culpar o Bolsonaro de crime ambiental. CELSO BERNARDES, produtor rural, Primavera do Leste/MT Tragédia em Minas Essas barragens assassinas como estão sendo chamadas são fruto da irresponsabilidade dos proprietários das mineradoras. Parece que ninguém tem duvidas quanto a isso. Atribuir a fiscalização, a responsabilidade é forma de fugir as suas irresponsabilidades. Atribuir a auditorias é outro argumento que não prospera como dizem os juristas. São construções de alto risco. Principalmente quando próximas a aglomerados populacionais. A baixada cuiabana deve se preocupar com a sua barragem. A usina hidrelétrica de Manso, com lago semelhante a baia de Guanabara, tem sua construção principal com altura de cerca de cem metros. A distância de Cuiabá e Várzea Grande é cerca de 100 quilômetros. Com essas informações, sem querer proporcionar pânico, fico a pensar no que representaria o rompimento daquela barragem. Em outras oportunidades, quando a matéria foi levantada, surgiram vários especialistas afirmando que não havia risco. Da mesma forma foi consultado um especialista sobre a segurança das torres construídas para habitação humana, com risco de terremotos, se bem que dados históricos mostram a não incidência desses fenômenos em determinadas regiões. Não houve resposta. No Japão a tecnologia já prevê nos projetos incidência de abalos sísmicos com objetivo de proteger a população. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT ochove@terra.com.br

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