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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2018, 17h:46

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Temer: Meirelles precisa crescer

MARINA DIAS
Da Folhapress – Brasília
O presidente Michel Temer afirmou no sábado ao ministro Henrique Meirelles (Fazenda) que ele precisa melhorar seu desempenho nas pesquisas caso queira ser o candidato do MDB ao Palácio do Planalto. Temer e Meirelles conversaram sobre o cenário eleitoral neste fim de semana e, como mostrou a reportagem no sábado, a ideia do ministro era comunicar ao presidente seu desejo de ser o candidato do MDB nas eleições de outubro. Auxiliares de Temer confirmaram que o ministro deu seu recado e que o presidente ouviu "com atenção" e respondeu "com educação" sobre a necessidade de o chefe de sua equipe econômica se mostrar mais viável nas pesquisas até abril - quando precisa deixar o cargo caso queira concorrer às eleições-, além de convencer o partido de que é o melhor nome para sua sucessão. CANDIDATURA Meirelles tenta articular sua candidatura ao Planalto, mas ainda registra apenas 2% das intenções de voto, segundo o Datafolha. O ministro não tem o apoio de seu partido, o PSD, que deve se aliar ao PSDB em troca de arranjos estaduais, mas tem conversado sobre se filiar ao MDB, legenda de Temer. O presidente ponderou ainda, segundo auxiliares, que seu partido é "complicado" e que é preciso convencer os caciques de que Meirelles é a melhor opção. O presidente do MDB, Romero Jucá (RR), tem conversado com o ministro sobre a possível filiação e dito que ele é um "bom nome" para o posto. CAUTELA Assessores disseram que na conversa com Meirelles o presidente reiterou seu discurso público de que não é candidato à reeleição mas que o governo apoiará um nome ao Planalto. A decisão de Meirelles em falar com Temer de forma mais direta sobre eleições se deu no momento em que suas articulações têm sido asfixiadas pela sombra da possível candidatura do presidente, que ganhou mais fôlego após o decreto de intervenção federal na segurança do Rio. DORIA Cotado para disputar o governo de São Paulo, o prefeito da capital, João Doria (PSDB), disse que a administração da cidade não depende dele para funcionar. "Aqui não há nenhum problema se o prefeito adoecer ou não estiver presente. A cidade anda, as funções públicas também. As responsabilidades estão preservadas por um time unido e comprometido", disse o tucano ontem. "Nós aqui compomos uma equipe. Não é gestão de uma única pessoa. Não temos nenhum ato de heroísmo solitário nem gestão totalitária. O Bruno [Covas, seu vice] foi eleito comigo com os mesmos votos que eu recebi. Tem sido um brilhante e atuante vice-prefeito." Doria deu as declarações em rápida conversa com jornalistas na prefeitura ao lado do ministro Gilberto Kassab (Comunicações), que articula para ser seu candidato a vice em eventual chapa estadual.

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