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Cuiabá MT, Domingo, 26 de Maio de 2019
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019, 09h:00

HPV

Vacinação deve ser reforçada no inicio das aulas

Doença é transmitida pelo papiloma, vírus humano que causa cânceres e verrugas genitais

DA REDAÇÃO
O mês de fevereiro é de retorno ás aulas na maioria das escolas municipais, estaduais e particulares.
 
Com isso, vem também a preocupação em relação a diversos quesitos, um deles em que os pais devem ficar atentos, de acordo com o presidente do Hospital Beneficente Santa Helena (HBSH), Dr. Marcelo Sandrin, é sobre a caderneta de vacinação dos filhos, principalmente em decorrência de doenças comuns entre os adolescentes, entre elas, o sarampo, febre amarela, caxumba, rubéola e HPV, dentro e fora do ambiente escolar.
 
Conforme explica Sandrin, a vacina do HPV, doença transmitida pelo papiloma, vírus humano que causa cânceres e verrugas genitais, atingindo meninos e meninas, só é administrada na adolescência é deve ser reforçada.
 
“Lembrando que tanto a vacina contra o HPV quanto as demais previstas na caderneta de vacinação estão disponíveis gratuitamente nas salas de vacinação das Unidades Básicas de Saúde de Cuiabá”, diz ele.
 
Segundo ainda o Centro Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (CIIC) vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacina contra o HPV é segura e indispensável para eliminar o câncer de colo do útero. 
 
“Nós vemos muitas noticias falsas de que a vacinação não é segura, o que acaba prejudicando a imunização total dos adolescentes, porém, essa é a melhor forma de prevenção e todos devem procurar uma unidade básica de saúde para se vacinar”, afirma Sandrin.
 
De acordo com os dados do CIIC divulgados recentemente, em 2018, foram diagnosticados quase 570 mil novos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo.
 
No Brasil, o câncer de colo de útero é o terceiro tumor maligno mais frequente entre as mulheres, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer, segundo, o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Foram 16,3 mil novos casos no ano passado e 5,7 mil mortes. No mundo, mais de 300 mil mulheres morrem a cada ano vítimas da doença.
 
A rotina de uso desta vacina no público-alvo, que é meninas com idade entre 9 e 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, deve ser mantida com duas doses, sendo aplicada com intervalo de seis meses entre elas.

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