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Sábado, 03 de Janeiro de 2015, 14h:38

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Uma noite no Museu Britânico

Último filme de Robin Williams, Uma Noite no Museu 3 encerra trilogia cômica melancolicamente

A segunda noite já tinha sido um equívoco, mas o estúdio insistiu com Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba. O resultado é uma comédia fraca, que encerra mal uma trilogia e fecha melancolicamente a carreira do ator Robin Williams (1951 2014). No filme dirigido por Shawn Levy, o segurança Larry Daley (Ben Stiller) segue trabalhando no Museu de História Natural de Nova York, onde bonecos de cera de pessoas e bichos ganham vida sempre que cai a noite. Quando a ancestral placa dourada egípcia que enfeitiça os objetos do museu começa a se deteriorar, os personagens correm o risco de não voltarem mais a viver. Para salvar a turma, o vigia noturno vai a Londres, acompanhado do filho adolescente e de amigos – como o presidente americano Theodore Roosevelt (Williams) e os pequeninos Jedediah (Owen Wilson) e Octavius (Steve Coogan) –, a fim de pedir orientação ao faraó Merenkahre (Ben Kingsley), que está em exposição no Museu Britânico. Lá, eles acabam recebendo primeiro a ajuda e depois a oposição de um novo personagem despertado: Sir Lancelot (Dan Stevens, do seriado Downton Abbey). Uma Noite no Museu 3 conta ainda no elenco com os veteranos Dick Van Dyke e Mickey Rooney (1920 – 2014). Uma das raras cenas realmente divertidas do filme é quando o cavaleiro sem-noção invade um teatro londrino no meio de uma apresentação do musical Camelot e começa a discutir em cena com o ator Hugh Jackman, crente de que está falando com o próprio Rei Arthur – o astro chega a encarnar o furioso Wolverine para tentar convencer Lancelot de que está apenas interpretando a lendária figura medieval. Muito pouco para uma comédia que não anima nem crianças, nem adultos.

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