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Cuiabá MT, Sábado, 19 de Outubro de 2019
ECONOMIA
Quinta-feira, 23 de Maio de 2019, 09h:11

PREÇOS

Quilo do quiabo já custa quase R$ 13 e assusta consumidores na grande Cuiabá

MARIANNA PERES

O preço do quilo do quiabo está assustando consumidores de Cuiabá e Várzea Grande. Nas feiras e nos supermercados o fruto apresenta alta de 165% no preço na Central de Abastecimento de Cuiabá, que comercializa hortifrutigranjeiros no atacado e no varejo para restaurantes, supermercados e feiras livres de diversos bairros das duas cidades. A majoração foi registrada nos últimos sete dias. Na semana passada, de acordo com a pesquisa de preços divulgada pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a caixa com 14 quilos do quiabo era comercializada a R$ 15. Hoje, essa mesma quantidade está ao preço de R$ 40. Nas gôndolas dos supermercados o preço médio por quilo do legume está R$ 12,90. As constantes chuvas e a incidência de pragas provocaram queda no estoque do legume, provocando assim, segundo engenheiro agrônomo da Seaf, Luiz Henrique Carvalho, a alta nos preços do quiabo e de mais outros quatro itens pesquisados pelo órgão estadual. Tiveram alta também no valor de comercialização o jiló, a pimenta-de-cheiro, o chuchu e o abacate. De R$ 20, o preço da caixa com 15 quilos do jiló duplicou para R$ 40. Já a pimenta-de-cheiro subiu 54%, passando de R$ 65 a caixa com 8 quilos para R$ 100. Ainda no levantamento, em sete dias, o chuchu saltou de R$ 20 para R$ 30 a caixa com 21 quilos, representando uma alta de 50%. Já o abacate acumulou o acréscimo de 20% no preço comercializado, ao ser vendido a R$ 60 ao invés de R$ 50, como na terça passada. O tomate, um dos grandes vilões da inflação e sempre presente com alta no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), surpreendeu nesta semana. O fruto reduziu 15% no seu valor de comercialização. Passou de R$ 100 a caixa com 20 quilos para R$ 85. A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira, a partir das 5h, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço é realizada na Central de Abastecimento de Cuiabá, levando em conta o preço mínimo, mais comum e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.


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