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ECONOMIA
Sexta-feira, 09 de Fevereiro de 2018, 17h:26

ESCOANDO A SAFRA

Tráfego começa a fluir em trechos mais críticos na BR-163

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antônio Galvan, visitou o trecho da BR-163 - que ficou com caminhões parados no último fim de semana e no início desta semana - acompanhado do diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), Luiz Antônio Ehret Garcia, do comandante do exército do 8º Batalhão de Engenharia e Construção (8º BEC) de Santarém, General Dantas, do coronel do exército Marcelo Linhares e de autoridades locais. A BR-163 é a principal rodovia para o escoamento de grãos pelos portos do Arco Norte. De acordo com o diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira, a BR-163 deve escoar cerca de 11 milhões de toneladas de soja e milho neste ano por esta rota. As outras duas opções via Norte são a BR-364 e BR-158/155, que devem escoar 6 milhões de toneladas e 4 milhões de toneladas de soja e milho, respectivamente. Localizado no Pará, o trecho total que apresenta problemas tem 30 quilômetros e sua parte mais crítica estava localizada nos 200 metros da subida da Serra do município paraense Moraes de Almeida, conhecida como Serra do Moraes. Esta parte da BR-163 é de responsabilidade do 8º BEC. De acordo com o presidente da Aprosoja, o Exército, que é o responsável pela rodovia neste local, iniciou uma manutenção e estava fazendo operação “pare e siga” para controlar o fluxo. No entanto, chuvas fortes por três dias consecutivos fizeram com que a BR-163 ficasse bastante escorregadia, impossibilitando a trafegabilidade dos caminhões, em sua maioria carregados com soja e sem tração suficiente para a subida. “Durante nossa presença o problema foi solucionado parcialmente, com o cascalhamento destes 200 metros na Serra. Com isso, os caminhões conseguiram subir e reiniciar o escoamento de forma normalizada. Agora, o Exército nos garantiu que o próximo passo é colocar cascalho nos 30 quilômetros”, disse Galvan. O presidente, no entanto, alerta que este trecho precisa passar urgentemente por essa manutenção. “Se eles não fizerem rapidamente esse cascalhamento, a BR-163 corre o risco, mais uma vez, de apresentar problemas. Eles subestimaram o fluxo de caminhões e carros e isso não pode voltar a ocorrer”, completou.

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