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Quinta-Feira, 01 de Janeiro de 2015, 20h:24

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Integração, sim

Cada vez mais a globalização derruba fronteiras, rompe barreiras, desmorona blocos políticos, supera preconceitos e expande espaço para a integração dos povos e a qualidade de vida das pessoas. O mundo caminha para a convergência social deixando em segundo plano as questões de ordens ideológicas. Para que esse processo em curso alcance seu objetivo é imprescindível que governantes e governados ajam da forma mais integrada possível. Mato Grosso tem 900 mil quilômetros quadrados. Por ser estado em formação, contando ainda com grandes vazios demográficos permeados por bolsões populacionais onde vive uma população de 3,2 milhões de habitantes ainda enfrenta alguns problemas que dificultam o objetivo da globalização no melhor sentido possível da palavra. A população de Mato Grosso aqui nascida e os novos moradores oriundos de outras partes do Brasil e até do exterior formam um só povo: o povo mato-grossense. A relação entre uns e outros é boa, mas por motivos políticos ou algum pretexto nunca revelado, antigos governantes e legisladores tentaram criar animosidade entre as duas parcelas populacionais. Talvez o sentimento de divisão territorial que chegou a florescer no Vale do Araguaia e na região conhecida por Nortão tenha se fortalecido com a cisão de origem palanqueana. Botar mato-grossenses em campos opostos é se opor à integração em curso e rotulada globalização. Para conter e num passo seguinte extinguir a manutenção de sentimento divisionista Mato Grosso precisava de um líder legitimado pelas urnas, sedimentado em seu histórico e que tivesse em suas veias o sangue do pioneirismo na construção deste grande estado. Este líder foi encontrado e manifestou-se ontem ao seu povo, no pronunciamento feito na sessão da Assembleia Legislativa que o empossou no cargo de governador. Pedro Taques ao assumir os destinos de Mato Grosso disse que sua família chegou a Cuiabá em 1719 – o ano da fundação da cidade – e que aqui nasceu e sempre viveu. Esse trecho da fala do novo governador revelava sua ancestralidade. Na sequência para explicar que todos, independentemente de suas origens podem amar o estado, disse que seu vice-governador, Carlos Fávaro, chegou “noutro momento”; o produtor Fávaro é paranaense e seguindo o exemplo de tantos outros que deixaram seus lugares de nascimento em busca do sonho de cultivar o solo do cerrado mato-grossense mudou-se para o Médio-Norte. Muitos foram os aspectos abordados por Pedro Taques em seus pronunciamentos na Assembleia e ao receber a faixa governamental do antecessor Silval Barbosa, mas o mais importante de todos foi sua observação de que todos podem amar Mato Grosso. Amar no sentido mais amplo, defendendo a integração entre os indivíduos, promovendo desenvolvimento com justiça social e critérios ambientais, zelando pelo erário público e a integridade territorial do Estado. Que em Mato Grosso a globalização avance com harmonia sob a liderança de Pedro Taques aqui nascido, e de seu vice Carlos Fávaro, paranaense, com base nos princípios que ditaram o tom dos pronunciamentos na posse. Pedro Taques ao assumir os destinos de Mato Grosso disse que sua família chegou a Cuiabá em 1719








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