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MUNDO
Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2015, 21h:32

RAMADI

Combates destruíram 3 mil casas

Os combates entre o Exército do Iraque e os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) em Ramadi, que resultaram na libertação da cidade do controle do EI no último domingo, causaram grande destruição, destacaram ontem autoridades iraquianas e americanas, que consideraram ser muito cedo para pensar em um retorno de civis para a cidade "libertada". "A cidade foi destruída tanto pela atividade terrorista quanto pelas operações militares", testemunhou Ibrahim al-Osej, membro do Conselho municipal da cidade de Ramadi, que havia caído sob o controle dos jihadistas em maio. "As primeiras estimativas mostram que mais de 3.000 casas foram completamente destruídas" nesta cidade, localizada cerca de 100 quilômetros a oeste de Bagdá, segundo a autoridade. A cidade foi quase completamente recuperada e as forças de segurança continuam a "limpar" a capital da província iraquiana de Al-Anbar das centenas de bombas e armadilhas deixadas pelo EI. Os combatentes do EI espalharam centenas de explosivos pela cidade para conter o ataque lançado no dia 22 de dezembro pelas forças de elite iraquianas, que contaram com o apoio aéreo da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos. "Água, eletricidade e outras infraestruturas, como pontes, hospitais e escolas, foram parcialmente afetados", indicou a fonte. No centro de Ramadi, às margens do Eufrates, "cinco pontes foram atingidas", indicou Michael Filanowski, responsável pelas operações americanas. Os civis começaram a fugir de Ramadi há dois anos, quando a situação começou a degenerar. E o êxodo continuou. Dezenas de famílias trancadas em suas casas durante os combates foram evacuadas pelo exército na terça-feira a um acampamento em Habbaniyah, a leste de Ramadi. Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), 42% dos 3,2 milhões de iraquianos deslocados dentro do país desde o início de 2014 são da província de Al-Anbar.

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