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MUNDO
Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015, 19h:45

ATENTADOS/PARIS

Homem confessou a cúmplices participação nos ataques

O belga Salah Abdeslam, alvo de um mandado de prisão por suspeita de envolvimento nos atentados de Paris, confessou aos cúmplices que o ajudaram a fugir que participou do assassinato das 130 pessoas, informou ontem o jornal Le Parisien. “Disse ter estado em um carro e ter usado uma arma kalashnikov para matar pessoas”, contou um dos dois cúmplices, que foram detidos e acusados de “assassinato e participação em atividades de uma organização terrorista”. Abdeslam acrescentou que deixou propositadamente num carro abandonado o documento de identidade do seu irmão Brahim, que fez parte do chamado ‘comando das esplanadas’, para que fosse conhecido em todo o mundo. De acordo com o relato, na viagem para a Bélgica, Abdeslam, de 26 anos, estava “tenso”, dizia que planejava vingar-se pela morte do irmão e que “os franceses iam torturá-lo” se o capturassem. O fugitivo comprou roupa em um supermercado, arranjou um novo celular e raspou o cabelo depois de ter tentado, sem sucesso, pintá-lo num cabeleireiro, acrescenta o Le Parisien. O diário informa ainda que Abdeslam não foi para o seu bairro de Molenbeek, em Bruxelas, tendo pedido que o conduzissem a Schaerbeerk, nos subúrbios da capital belga, onde o esperava uma terceira pessoa. Ele se despediu dizendo que não voltariam a vê-lo. Os atentados do dia 13 de novembro em Paris, reivindicados pelo grupo extremista Estado Islâmico, deixaram 130 mortos e centenas de feridos. NACIONALIDADE O governo francês aprovou ontem um projeto de reforma constitucional que integra o estado de emergência na Constituição e a privação da nacionalidade para os binacionais condenados por "crimes contra a vida da nação", anunciou o primeiro-ministro Manuel Valls. O projeto será submetido ao Parlamento francês reunido em Congresso, que deve aprová-lo com uma maioria especial de três quintos dos deputados e senadores. As duas medidas haviam sido anunciadas pelo presidente francês François Hollande em um discurso pronunciado três dias depois dos atentados de 13 de novembro em Paris, que provocaram a morte de 130 pessoas.

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