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Sexta-Feira, 02 de Janeiro de 2015, 20h:50

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Príncipe é acusado de forçar menor a fazer sexo

Uma mulher alegou ter sido diversas vezes forçada a fazer sexo com o príncipe Andrew, um dos filhos da rainha Elizabeth 2° e o quinto na linha de sucessão do trono inglês. Segundo as acusações, ela teria sido forçada a manter relações sexuais com o príncipe em três localidades diferentes quando era menor de idade. A acusação a Andrew é parte de um documento da corte americana que visa incluir mais duas mulheres num caso que já corre contra o banqueiro americano Jeffery Epstein. Uma dessas garotas alegou que, entre 1999 e 2002, teria sido forçada a fazer sexo com o príncipe em Londres, em Nova York e numa ilha particular de Epstein no caribe. À época, ela teria 17 anos. No caso, Epstein é acusado de ter oferecido a garota a amigos ricos e influentes. Andrew seria um deles. Em outro caso, o banqueiro foi condenado em 2008 por tentar pagar por sexo com uma garota de 14 anos. Apesar de seu nome figurar na lista de acusados, o príncipe não é uma parte nomeada na acusação legal, o que significa que ele ainda não teve oportunidade de se defender judicialmente. Mesmo assim, ele já negou anteriormente ter tido relações sexuais com a mulher e disse que tampouco sabia do comportamento de Epstein. A denunciante foi à justiça anonimamente. O Palácio de Buckingham se negou a comentar as acusações ao jornal britânico "The Independent". Segundo um porta-voz, o Palácio não pode comentar um processo em andamento. "As acusações são relativas a um processo civil que corre há muito tempo nos Estados Unidos, no qual o Duque de York [título de Andrew] não é uma parte. Por isso, não comentaremos", disse. Entretanto, para esclarecer qualquer dúvida: qualquer sugestão de atos impróprios com menores de idade é completamente falsa", completou. A proximidade entre Andrew e Epstein já rendeu problemas ao Duque de York anteriormente. Em 2011, o príncipe renunciou ao seu cargo de representante comercial especial do Reino Unido, após a amizade entre os dois ter provocado pressões para que ele deixasse o posto, já que Epstein havia sido condenado por crimes sexuais envolvendo menores. SACERDOTE Um sacerdote, pároco de uma igreja, foi preso na capital italiana em cumprimento de um pedido internacional da Argentina por supostos abusos a menores, informou hoje a mídia local. O sacerdote, cuja prisão ocorreu na última quarta-feira, é acusado de ter abusado menores numa paróquia de Salta, na Argentina. Ainda não se sabe a identidade do suspeito. O site Roma Capitale indicou que se trataria do italiano Alessandro De Rossi, mas não há confirmação.

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